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DORT – Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho

Esta doença adquirida no local do trabalho por movimentos repetitivos, lesões articulares(tendinites), má postura, stress, leva o indivíduo desde o afastamento do trabalho até a aposentadoria por invalidez. Anos atrás era conhecida como LER – Lesões por Esforços Repetitivos.
A forma mais adequada de prevenção vem através da Ginástica Laboral ou Ginástica de Pausa. Deve ser executada por um período de 15 minutos com movimentos de alongamento, aquecimento e relaxamento dos músculos e articulações. Deve ter dois períodos dessa prática ao dia.O professor de Educação Física é o profissional qualificado para ministrar essa prática. Quando o funcionário já adquiriu esta doença deve ser avaliado pelo médico que encaminha para o Fisioterapeuta realizar a recuperação da região afetada.
É de fundamental importância, esse programa dentro da empresa, como forma de prevenção e também, evitando afastamento constantes de funcionários, o que ocasiona prejuízos e remanejamento de outros, sobrecarga de trabalho, além da possibilidade de um funcionário demitido, reinvindicar através da justiça o prejuízo físico e mental, adquirido por essa doença no local de trabalho. É mais barato implantar um programa de Ginástica Laboral na empresa, do que correr o risco de ter processos trabalhistas na justiça.
Os benefícios são relaxamento dos músculos e articulações, diminuição do stress, socibilização, rendimento maior ao retornar ao setor de trabalho, valorização para a empresa e satisfação dos funcionários, entre outros.

Prof. Celso W. Menezes

Escolas Esportivas

NOSSA CIDADEAs escolas esportivas tem uma contribuição muito grande no auxílio do desenvolvimento cognitivo e motor da criança. A psicomotricidade é trabalhada nos anos iniciais das práticas esportivas, para auxiliar no desenvolvimento do esporte. Ela contribui também para a criança desenvolver-se nas aulas de Educação Física e dentro da sala de aula no conhecimento.
As escolas esportivas como futsal, basquete, volei, futebol necessitam da qualificação de um profissional de Educação Física para ministrar as atividades, elaborar treinos de acordo com a faixa etária, desenvolver atividades que trabalhem as valências físicas e motoras como agilidade, resistência, força, velocidade, velocidade de reação, descontração total, flexibilidade, consciência corporal, socialização, entre outras, em todas as faixas etárias.
Além disso, desenvolver os fundamentos do esporte, como dribles, passes, controle de bola, deslocamentos, domínio de bola, chutes a gol(futebol/futsal) cabeceio(futebol/futsal), arremessos, são necessários para a formação do praticante de qualquer modalidade.
A estrutura física da escola também é importante para que os pais e a criança estejam realizando a prática em um local seguro e adequado. Além de serviço de emergência médica, para primeiros socorros e banheiros para os alunos tomarem banho.
Essas atividades práticas, devem ser realizadas no período do contraturno escolar para que a criança ou adolescentes não fiquem ociosos, envolvendo-se com companhias inadequadas, influenciando-as em caminhos errados. Por isso, o acompanhamento dos pais é de fundamental importância para a formação da criança.
Outro fator importante a ser observado é que a criança ou adolescente, deve ter a oportunidade de vivenciar vários esportes e após, decidir qual irá praticar. Pois, não é àquele que os pais gostam, mas a criança é quem vai praticar. E o gosto é dela e deve ser respeitado. Sendo um benefício para o desenvolvimento psíquico dela.
Antes de colocar a criança para praticar alguma atividade em escolas esportivas, é necessário uma análise dessas informações que foram abordadas aqui, para não termos alguma situação inadequada futuramente.

Prof. Celso Waltrick Menezes

Ong DNA, uma dedicação aos animais!

 FB_IMG_1467839826523Em 2012 a Ong Dna dava seus primeiros passos mesmo sem saber que seria uma Ong. O amor incondicional pelos animais que Janete Nascimento Mueller (presidente da Ong Dna) tinha em seu coração movia gerações como seus filhos que mais tarde viriam a se engajar na causa animal junto com ela.

Após se mudarem para o Município de Fazenda Rio Grande em 2013, ano em que montaram um lar temporário para cães abandonados nas ruas, iniciaram um trabalho árduo com um grupo de amigos que vira a crescer ano após ano.

“A maior dificuldade enfrentada foi a consciência da população que na sua grande maioria dizem amar os animais mas na hora de prestar uma ajuda viravam as costas, e alguns até criticavam o trabalho ou ainda agiam de má fé, passamos por muitos problemas que traziam um pensamento de desistência mas quando eu olhava para aqueles olhinhos pedindo socorro e com imensa gratidão eu estufava o peito e dizia para eles, não vou desistir por vocês.”  conta Janete, disse ainda : “Erramos muito, todo mundo erra, mas tínhamos um propósito e graças a nossa persistência chegamos onde estamos hoje e temos colecionado conquistas para os animais de Fazenda Rio Grande”

A Ong recentemente fechou um contrato de comodato com a prefeitura de Fazenda Rio Grande, em um barracão que estava por anos abandonado, para poder abrigar seus animais e dar continuidade em seu trabalho comunitário de recolhimento, tratamento, castração, e adoção de cães de rua.

Hoje a Ong Dna é uma das cadastradas no projeto municipal de castrações de cães de rua, em parceria com a prefeitura, com a médica veterinária dra. Josiane Marchy.

Na sede da Ong há  um bazar repleto de roupas semi novas e artesanatos, cuja venda é totalmente revertida para os animais.  ” Nosso intuito é em um futuro próximo poder ter um ambiente propício a amparar animais mais debilitados que estão nas ruas, e quem sabe, ter uma clínica com veterinários voluntários para atenderem duas vezes por semana a população de baixa renda” nos informou Davi Nascimento, vice presidente da Ong Dna.

FB_IMG_1468075272742Mas a Ong ainda precisa de muita ajuda,  ela vem lutando dia após dia para chamar novos voluntários, sócios, empresas que possam fazer doações e simpatizantes interessados em fazer a divulgação do trabalho. ” Ainda somos um bebê, a Ong tem apenas seis meses como Ong formalizada e não temos muitas parcerias. Para se ter uma idéia ao todo são necessários 900 kg (novecentos kilos) de ração por mês para manter os animais abrigados aqui, e só temos a garantia de 375 kg de parceiros da Ong” conta Davi.

Portanto se você quer fazer parte deste trabalho de alguma maneira, seja com doações de ração, cobertores, toalhas, medicamentos, shampoos, roupas para o bazar, materiais de construção dentre outras doações, pode entrar em contato direto com a Ong pelos telefones: 41 36085149 e 41 88220723(Whatsapp da Ong). Você também pode acessar a página do Facebook da Ong que é facebook.com/ongdnaanimal.

Ajude!

“A Ong Dna inicia uma nova etapa e sabemos que tem tudo para dar certo!”
(Janete Nascimento – Presidente da ONG DNA)

Profª Jacqueline Melnik

CROPOFAGIA – PORQUE OS CÃES COMEM FEZES?

cropofagia7Se você anda se perguntando “Meu cachorro come cocô, o que devo fazer?”, saiba que este ato é muito comum. O fato do cachorro comer cocô, principalmente quando ainda filhote, é uma alteração animal e existe várias teorias do seu motivo, mas a que  estão ainda vai muito do protocolo de cada veterinário.
Para a coprofagia (nome correto do ato do cachorro comer cocô), existem vários fatores que podem causá-lo, como fatores enzimáticos, enzimas pancreáticas, pancreatite crônica etc., mas na maioria das vezes são fatores comportamentais, para chamar atenção do dono ou inclusive ansiedade.
A superalimentação também pode causar a coprofagia em cães. O animal recebe alimentação em grande quantidade uma vez ao dia, o que causa sua má digestão e logo quando estiver com fome fará o cachorro comer cocô.
Um erro comum é a punição excessiva quando o animal defeca em um local inapropriado. O dono briga com o cão, que então come o coco para evitar uma nova represaria.
Na maioria das vezes que o seu cachorro come fezes está ligado ao comportamento do animal, seja para chamar a atenção do dono ou um costume antigo. O cachorro pode comer cocô até para “ajudar”, por exemplo, quando ele defeca, imediatamente o dono retira as fezes, isso o faz pensar que as fezes não devem ficar ali, então após defecar ele come o coco.
A grande dica para o treinamento do seu cachorro a parar de comer seu próprio cocô é ensinando o “não”, ou seja, o estímulo negativo toda vez que ele for no ato, brigando ou assustando o cão.
Uma vez estabelecido que comer coco é errado, não se deve retirar as fezes na frente do animal. Quando o animal defecar, não retire as fezes imediatamente, apenas observe. Caso ele tente comer o coco novamente, faça o estímulo negativo e retire o animal do recinto quando realizar a limpeza.
Conheça, a seguir, os principais motivos que influenciam a coprofagia, saiba que tipo de problemas esse hábito pode trazer para o seu pet e como agir para evitar que ele continue com o comportamento.
As causas da coprofagia
Conforme explicado anteriormente, a coprofagia pode tanto ter motivações comportamentais como metabólicas, e identificar a origem do problema é uma das primeiras providências a se tomar para poder excluir esse hábito da vida de um pet. Como sempre ressaltamos, a visita a um médico veterinário, neste momento, é fundamental – já que, somente um profissional poderá distinguir com clareza as causas desse comportamento e indicar o tratamento mais adequado.
Embora, na maioria dos casos de coprofagia, o cachorro coma as suas próprias fezes; há muitas ocasiões em que o cocô ingerido é de origens diferentes, e os cachorros podem comer tanto as fezes próprias como as de seus filhotes, de outros animais (como gatos ou outros cães) e até de seres humanos.
Mesmo sendo bastante difícil a identificação da origem do problema, testes e exames mais profundos podem apontar uma motivação mais concreta se o caso for desencadeado por uma deficiência nutricional – no entanto, a maioria das ocorrências desse hábito tem uma fundamentação comportamental, tornando as causas indeterminadas e até mais complicadas de resolver.
Abaixo, você conhece algumas das principais situações que podem influenciar no aparecimento da coprofagia em cães:
Fome: tendo em vista que as fezes não são repugnantes para os cães, eles podem acabar comendo-as pelo simples fato de estarem com fome e não terem alimentos apropriados disponíveis.
Deficiência nutricional: a carência nutritiva no cachorro pode fazer com que ele busque nutrientes nas fezes de outras espécies, que podem ser consideradas pelo animal, até mesmo, como um petisco.
Deficiência de enzimas digestivas e pancreáticas: nestes casos, o fornecimento adequado das enzimas que faltam ao animal já podem resolver o problema.
Má digestão: a ingestão exagerada de alimentos pode fazer com que não sejam digeridos de maneira correta. Com isso, o cocô cheio de alimentos pode se tornar atraente para um cachorro com fome.
Vermes: a presença de vermes pode levar o cão a uma deficiência nutricional, desencadeando a coprofagia.
Filhotes recém-nascidos: cadelas que acabaram de dar cria tendem a se alimentar das fezes de seus filhotes para manter o ninho limpo.
Tédio, ansiedade e estresse: esses tipos de sentimento podem contribuir para o aparecimento de uma série de comportamentos estranhos dos cães, incluindo a coprofagia. Cães que ficam presos ou sozinhos durante períodos muito longos tendem a desenvolver o problema com mais frequência.
Falta de atenção dos donos: o animal pode comer as próprias fezes para chamar a atenção do dono, já que, quando isso ocorre, ele se torna o centro das atenções para seu proprietário (mesmo que seja alvo de reprimendas).
Punição excessiva: quando o cachorro defeca em local errado e é muito punido por isso, pode acabar comendo seu próprio cocô para evitar novas broncas.
Distribuição errada de espaço para o animal: manter muito próximos os locais em que o cachorro dorme, se alimenta e faz suas necessidades pode levar a este tipo de comportamento, fazendo com que o animal coma suas fezes para manter o espaço mais limpo.
Problemas da coprofagia em cães
Os riscos da cropofagia em cães que se alimentam das próprias fezes não são tão grandes quanto os dos pets que ingerem os excrementos de outros animais – já que, ao comer o cocô de outros cachorros ou gatos, o bicho corre o risco de ser contaminado por bactérias, parasitas, vermes, e uma série de outros problemas que podem ser encontrados nas fezes de tais animais, prejudicando a sua própria saúde e até mesmo a de seus donos (ou outros animais com que tenha um contato mais direto).
Embora as consequências deste hábito possam ser simples e fáceis de tratar – como uma diarreia – também há casos em que a ingestão de fezes de outros animais pode provocar o surgimento de doenças perigosas e até fatais. Portanto, buscar uma solução para o problema deve ser algo no foco de atenção de todo dono de pet com coprofagia.
Como evitar a coprofagia

cropofagia5Consultar um médico veterinário é a primeira medida que deve ser tomada ao notar esse comportamento no seu pet, para que um diagnóstico preciso possa ser feito e o tratamento mais adequado seja indicado. Caso a origem do problema seja alguma doença ou deficiência nutricional, a exclusão do problema e a adoção de uma dieta mais completa já podem ser o suficiente para acabar com o hábito; no entanto, motivações comportamentais exigem mais cuidados.
Confira, abaixo, algumas dicas valiosas para controlar o hábito do seu pet canino de comer cocô:

  • Evite deixar que sujeira e as necessidades do cão se acumulem nos ambientes em que ele circula;
  • Evite brigar demais com o cão quando ele urina ou defeca em locais errados, e busque técnicas de adestramento para impedir que isso aconteça, ao invés de ser agressivo com o animal;
  • Mantenha o animal na coleira enquanto ele faz suas necessidades, e o distraia quando terminar para que não busque as próprias fezes;
  • Alimente seu pet com uma dieta balanceada e três refeições diárias, impedindo a carência de nutrientes e a má digestão;
  • Leve seu pet ao veterinário com frequência para a realização de check-ups de rotina;
  • Mostre ao cão que aquele hábito é errado, chamando sua atenção com um alto e sonoro “não” toda vez que ele repetir o comportamento;
  • Crie uma rotina de distrações para o animal sempre que ele fizer suas necessidades; oferecendo petiscos, brinquedos e carinhos para desviar sua atenção das fezes.
Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/coprofagia-meu-cachorro-come-coco/

Profª Jacqueline Melnik

Educação Física no  Ensino Fundamental

08queimadaA Educação Física nos anos iniciais, desde o pré até o 5 ano, auxilia em muito no desenvolvimento físico e motor da criança. Através das atividades práticas, ela trabalha a parte cognitiva do cérebro para realizar os movimentos propostos. O ganho que isto trás para ela, é imenso, pois proporciona novos desafios, incentivando cada vez mais ela superá-los.

A psicomotricidade está ligada a este desenvolvimento motor, porque trabalha em conjunto a evolução da mesma, contribuindo para um maior rendimento em sala de aula. Muitos pais, recebem a avaliação da escola e observam a nota com letras, ao invés de números como era anteriormente. E quando a criança recebe um avaliação AP(Atingiu Parcialmente), não entende que seu filho está em processo de evolução e aprendizagem motora, sendo que nos anos iniciais, as crianças possuem muitas dificuldades de realizarem os movimentos e também não possuem segurança, autonomia para executá-los. O mesmo ocorrerá ao longo dos anos, ou há crianças que possuem maior facilidade e outras mais dificuldades, ou seja, cada caso deve ser analisado individualmente. Algumas crianças, possuem dificuldades cognitivas, estas necessitam de uma avaliação maior e em um processo mais lento, pois, não é a primeira vista, que podemos diagnosticar se ela necessita de um encaminhamento a um neurologista ou psicólogo para detectar alguma dificuldade neurológica ou psíquica. Este trabalho deve ser realizado em conjunto com o setor pedagógico, com critérios bem específicos Além, do que uma criança com 5 ou 6 anos, ainda está em fase de adaptação na escola e precisa de um tempo maior para uma avaliação mais concreta.
Anos atrás, os alunos não tinham acesso a Educação Física na escola, somente a partir do 6 ao 9 ano, e foi um prejuízo, para muitos, tanto no desenvolvimento físico, motor e cognitivo, pois a importância da atividade física nos anos iniciais é fundamental. Naquela época, dava-se muita ênfase a competição, aos esportes coletivos no período colegial. Hoje, os alunos têm acesso a outras atividades físicas, desde os anos inciais até o ensino médio. Por isso, as práticas de Educação Física, devem ser acompanhadas pelos professores com estudos e atualizações através de cursos, congressos, do setor pedagógico, realizando um acompanhamento dentro dos conteúdos propostos e das práticas a serem realizadas pelos eixos, e também da direção e comunidade em geral, para saber se realmente o que está sendo ministrado, atinge os requisitos para os alunos em todos os períodos do ensino fundamental e médio.
Prof. Celso W. Menezes

Final Festival Sertanejo

festival siteNo último dia 18 de junho foi realizada a final do 1º Festival Sertanejo, realizado pelo programa A Voz da Comunidade.

Durante dois meses foram realizadas seis etapas eliminatórias, com a participação de mais de 40 candidatos, dentre eles foram escolhidos 16 para a grande final.

13434805_1605738176404707_7275202549757784562_nA final foi realizada no estúdio do programa A Voz da Comunidade no sábado (18/06) e contou como jurados Alessandro, cantor e compositor; Victor, cantor; Claudinei, cantor da dupla José Ademir e Claudinei; Professor Celso, professor de educação física e o professor Harlei, maestro, compositor e professor de música.

Em primeiro lugar ficou a dupla de Fazenda Rio Grande Adilson e Pinheiro, que levou para casa R$2.000,00. Em segundo lugar ficou a dupla de Curitiba Júnior e Marcelo, que levou para casa R$ 500,00. Em terceiro lugar ficou o cantor de Fazenda Rio Grande Diony Oliveira que levou para casa R$ 200,00.13427770_1605738759737982_2742355962399861422_n

Caio Szadkoski, apresentador e idealizador do festival disse que, “é importante prestigiar e incentivar os artistas locais. Temos muito talento escondido em nossa região apenas esperando uma oportunidade”.

O empresário Ricardo Miranda, proprietário da RM Imóveis também esteve presente prestigiando a festa e enalteceu o trabalho realizado pelo programa.

O programa A Voz da Comunidade comemorou ainda, seus 17 anos no ar, com sorteio de brindes e um delicioso bolo para os presentes.

Parabenizamos os vencedores e a todos os participantes desde a primeira etapa. Agradecimento aos nossos patrocinadores e apoiadores, em especial a RM Imóveis, Luto Curitiba, Cicles Basico, Panificadora Rabitch, Fazendão Materiais de Construção e Deputado Federal Toninho Wandscheer.

Relaxamento:

É uma atividade que a maioria das pessoas costumam não darem tanta importância. Mas, ela é fundamental para auxiliar no controle do stress.Pois, a cada momento que você inspira profundamente, esse ar chega aos pulmões, auxiliando no controle da respiração e consequentemente, relaxando o corpo.

Relaxamento-mental-para-aliviar-o-stressMuitas pessoas que não gostam de realizar atividades físicas, sejam corrida, caminhada, esportes ou em academia, ou por fatores financeiros, deveriam ao menos, realizar em casa um momento de relaxamento. Desligar-se um pouco da rotina diária e dedicar um tempo para o seu corpo. Um bom tempo de relaxamento, seria de pelo menos 30 minutos diários. Deve-se realizar em um ambiente calmo(quarto), sem interrupção de ninguém, celular, ou qualquer outra interferência. Colocar uma música de fundo que seja de acordo com a atividade realizada e realizar essa prática, trabalhando todas as partes do corpo, enviando estímulos específicos através do cérebro e a pessoa sentindo essa região estimulada.
As pessoas deveriam se preocupar mais com a condição de saúde e qualidade de vida, pois a sociedade está cada vez mais agitada, estressada com a correria atual, que deixam de cuidar de si própria.O relaxamento é mais uma forma de auxiliar no controle e combate de possíveis doenças.
Prof. Celso W. Menezes

Parasitas em cachorros e gatos… diferenciá-los para eliminá-los!

parasita1Parasitas em cães, e também nos filhotes, são muito comuns e nós devemos tomar precauções extras. A partir de duas semanas de vida devemos vermifugar os filhotes. Eles são mais vulneráveis e é mais perigoso para eles uma infestação de parasitas. Também precisamos nos atentar para que os filhotes não entrem em contato com outros animais, se eles não tiverem sido vacinados ainda.

Mas mesmo se os filhotes forem vacinados, também podem ser contaminados por parasitas, por isso é muito importante diferenciá-los para combatê-los, e para que não fiquem doentes.

Você deve saber que existem parasitas internos e externos, abaixo teremos algumas informações sobre esta questão muito importante para a saúde do seu filhote.

Tipos de parasitas em cachorros

Como mencionado anteriormente, os parasitas podem ser internos e externos. Os externos vivem na pelagem de seu cachorro e os internos vivem nos órgãos internos de seu animal de estimação e são mais difíceis de detectar.

Os parasitas externos

Parasitas externos são artrópodes que são hospedados no pelo do seu cachorro e se alimentam do sangue de seu animal de estimação, mas existem outras pragas que mordem e produzem doenças infecciosas que podem ser muito prejudiciais para a saúde do seu filhote.

Talvez o parasita mais conhecido seja o carrapato, eles geralmente aparecem nas estações mais quentes do ano, começam a aparecer na primavera e principalmente no verão, que é quando seu animal de estimação corre maior risco de infecção.

Carrapatos são transmissores de doenças, então você deve consultar seu veterinário sobre as medidas preventivas a serem tomadas. Mas fique olho, os filhotes não podem colocar coleira preventiva anti-carrapatos.

Muito cuidado também com todos os membros da família, pois os carrapatos também são transmissores de doenças para os seres humanos.

parasita6As pulgas são os parasitas com os quais temos de tomar cuidado especial se tivermos filhotes em casa.

Devemos nos ater a isto, porque se seu cão tem pulgas, as chances que os filhotes também venham a ter são imensas, pois elas estão por toda a casa.

Isso ocorre porque a pulga adulta está alojada nos pelos, “suga” o sangue de seu animal de estimação e, em seguida, deposita seus ovos em toda a casa.parasita2
Assim nascem as larvas que se tornam adultas e que depois se alojam novamente no seu cão, dando assim início a um novo ciclo de reprodução.

Embora as pulgas e carrapatos sejam parasitas comuns, devemos também ficar alerta com mosca negra, mosquitos, percevejos, piolhos, etc., mas como dissemos antes, existem outros parasitas que não coçam, mas transmitem doenças infecciosas, como o ácaro-da-sarna, a “bicheira“, entre outras.

Os parasitas internos

Os parasitas internos são mais difíceis de identificar, pois ficam nos órgãos internos do cachorro e é mais difícil de perceber. Os intestinos, os rins e os músculos, são os lugares onde as pragas podem fazer muito mal, pois se alimentam do sangue e dos nutrientes de nossos filhotes.

Os parasitas internos mais comuns são os vermes redondos, que costumam ficar no intestino, mas pode acontecer também de ficarem junto ao sistema respiratório e, posteriormente, causar problemas gastrointestinais.

Eles são longos e redondos e são transmitidos através das fezes de nossos animais de estimação, mas no caso dos filhotes, também através do leite materno, ou durante o período de gestação dos filhotes, se a mãe não tiver sido vermifugada.

Uma outra variedade de parasitas internos são vermes planos, que são curtos e de corpo achatado (daí o nome). Os órgãos onde eles frequentemente se hospedam são a vesícula biliar, o fígado, o intestino, etc.

A gravidade deste tipo de parasitas é que eles tendem a ser ingeridos por outros parasitas externos e que depositam ovos nos animais. Desta forma, além das fezes, seu cachorro pode ser contaminado também através das pulgas.

No caso dos parasitas externos, é mais fácil detectá-los e tratá-los, com base em pipetas para desparasitação.

Mas no caso de parasitas internos, é mais difícil detectar, assim, se você notar que seu cachorro está com a barriga inchada, tem diarreia, vômitos, perda de peso ou se ele está definhando, você deve levá-lo imediatamente no veterinário.

 

Profª Jacqueline Melnik

FIV Aids Felina – Conheça os estágios da doença e previna seu pet

Assim como nos humanos, a FIV AIDS Felina não tem cura, e ainda intriga os especialistas em doenças animais

AIDSFELINA4Descoberta no fim da década de 80, a FIV AIDS Felina  é uma doença que contamina os gatos e não tem cura, sendo um dos problemas mais sérios entre os que acometem bichanos, e podendo levá-los a morte. O vírus da sigla FIV – batizado desta forma por seu significado em inglês, de Feline Immunodeficiency Virus (Vírus da Imunodeficiência Felina, na tradução) – não é transmissível aos seres humanos, no entanto, destaca as mesmas complicações enfrentadas pelas pessoas portadoras do vírus HIV.

Ainda sem cura, a FIV AIDS Felina pode ser controlada nos gatos por meio de uma série de medicações, permitindo que os bichanos sigam sua vida por bastante tempo sem complicações. Entretanto, por ser diagnosticada na maioria das vezes apenas quando sintomas mais graves começam a aparecer, a doença pode significar a morte do pet contaminado, já que o tratamento de controle do vírus é muito mais eficiente nos casos em que o problema é constatado logo no seu início.

A saliva é a principal forma de transmissão da doença felina e, até hoje, não há indícios concretos de que as relações sexuais entre gatos também sejam um meio de propagação – mas vale lembrar que antes de cruzar seu gatinho é preciso conhecer quem será o seu parceiro e garantir que não seja portador do vírus, pois machucados em diferentes regiões do corpo podem aparecer em função da cópula dos felinos, e este também é um fator de risco para a transmissão da doença.

Transmissão do vírus FIV

AIDS FELINA5De acordo com o que sabe até hoje sobre a AIDS Felina, o vírus FIV é transmitido por meio da saliva dos gatos contaminados em contato com o sangue de bichanos sadios. É justamente por isso que a incidência da doença em felinos que vivem nas ruas ou em locais onde há uma grande aglomeração de animais é maior, já que, nestes locais, o contato entre os bichanos é maior, e isso facilita a transmissão da doença.

Podendo afetar gatos de todas as raças, portes e idades, o problema tem nos gatos machos o seu maior grupo de risco, já que brigas entre bichanos – com mordidas e arranhões – são o principal meio de propagação da AIDS em gatos e, como é sabido, os machos costumam entrar em diversas batalhas por território e por fêmeas, aumentando bastante as suas chances de contágio.

As relações sexuais entre gatos, em teoria, não causam a propagação do vírus. No entanto, como durante esse processo alguns arranhões são frequentes, essa possibilidade não pode ser descartada. A doença também pode ser transmitida no caso de um animal infectado lamber uma ferida de um gato saudável, já que a saliva é a principal fonte de contaminação.

Transfusões de sangue e o nascimento de filhotes de gatas infectadas também estão entre as formas de transmissão e, acredita-se, ainda, que gatos que dividem tigelas de comida e bebida ou caixas de areia por muito tempo também podem ficar mais expostos à doença, já que esses objetos tendem a acumular restos da saliva dos animais.

Embora haja esta série de motivos que tornem os gatos selvagens e de rua os mais propensos a contrair o problema, os felinos domésticos também podem ser infectados ao se envolverem em brigas, portanto, manter seu pet protegido de confusões com outros gato e é importante para prevenir a doença.

No caso de donos de mais de um pet em que um dos animais foi contaminado, os motivos de preocupação não são tão grandes, já que animais que convivem juntos por muito tempo não costumam brigar. No entanto, os cuidados com a divisão de tigelas e brinquedos devem ser redobrados para impedir a propagação do FIV, e no caso de animais que costumam se arranhar, o bichano infectado deve ser isolado para evitar problemas.

Os sintomas da AIDS Felina

AIDS FELINA7O Vírus da Imunodeficiência Felina pode se apresentar de diferentes maneiras e há diferentes estágios da doença. No entanto, assim como no caso dos seres humanos, há gatos que demoram muitos anos até manifestar qualquer tipo de sinal da AIDS Felina, ficando com o sistema imunológico cada vez mais prejudicado e fragilizado durante esse período e, consequentemente, mais sucetível a outras doenças.

Gatos com problemas aparentemente simples, mas que não respondem a tratamentos eficazes e desenvolvem a mesma complicação com frequência, devem ser examinados, já que esse é um dos sinais da imunodeficiência felina.

Febre, diarréia, gripes, infecções urinárias, anemia, feridas na boca, na pele e complicações no sistema respiratório estão entre os sintomas mais comuns que aparecem em gatos acometidos pelo vírus FIV, no entanto, o aparecimento de tais sinais varia de animal para animal, e há quatro estágios principais da doença, registrados na maioria dos felinos acometidos por ela.

O primeiro estágio, da fase aguda, se inicia cerca de um mês após a infecção do animal pelo FIV, que passa a ter febre e leucopenia (diminuição dos leucócitos no sangue, que só é detectado por meio de exames laboratoriais). Embora nesta fase muitos felinos não tenham sinal algum da doença, os mais debilitados já podem passar a sofrer com problemas que incluem diarréia e celulite, entre outras enfermidades.

Quando o animal sobrevive a este primeiro estágio, inicia-se a fase do portador assintomático, que se caracteriza por um grande período (que dura de meses até anos) em que o gato não apresenta sintoma algum da doença e vive normalmente. Na sequência começa a fase de persistente linfadenopatia generalizada, onde gânglios linfáticos aparecem no animal, que passa a ter alterações no seu comportamento, febre, perda de peso e inapetência. Assim como na fase anterior, esta pode durar por um bom período, levando a doença a um estágio mais avançado.

A próxima etapa do problema, batizada de fase do complexo relacionado à AIDS, é onde começam os sintomas crônicos da doença, provocando diferentes e diversos sintomas nos bichanos de uma só vez. Problemas dermatológicos, respiratórios, infecções oculares e otite podem dar sinais neste estágio, que também inclui febres, diarréias e a perda de peso.

Passando por todas estas fases, o animal atinge a síndrome da imunodeficiência adquirida, que é o estágio terminal da doença. Insuficiência renal, linfomas e a criptococose (que afeta pulmões e sistema nervoso central) são comuns neste período, que enfraquece e fragiliza o gato cada vez mais até chegar a morte.

Diagnóstico e tratamento da FIV AIDS Felina

Exames clínicos e laboratoriais são as maneiras de se diagnosticar a doença nos gatos e, portanto, é imprescindível que um médico veterinário seja consultado caso você suspeite a presença do vírus no seu bichano.

Nos Estados Unidos já há uma vacina que diz previnir os felinos da doença, no entanto, há muita discussão em torno desta medicação, já que o vírus da AIDS Felina conta com sete subtipos diferentes, e este antídoto não consegue imunizar os gatos contra todos eles.

Nos casos de filhotes de gatas infectadas pode haver, em algumas ocasiões, o resultado falso positivo – em função da presença de anticorpos maternos em sua circulação – até os seis meses de vida. O resultado falso negativo também pode ocorrer em situações em que a doença ainda é muito recente ou está em seu estágio final, por isso, é importante que os testes sejam repetidos para evitar enganos, caso seu pet apresente sintomas.

Infelizmente, a cura para a FIV AIDS Felina ainda não existe, e os bichanos acometidos pela doença tem que conviver com o problema para o resto da vida. Entretanto, estima-se que um gato possa viver até dez anos com a doença se contar com a ajuda de medicamentos de controle, que são receitados pelos profissionais da área para aumentar a resistência do animal e impedir a sua infecção por outros vírus oportunistas.

Além de consultas frequentes ao veterinário – a cada seis meses, pelo menos – os gatos infectados pelo Vírus da Imunodeficiência Felina devem ter uma alimentação balanceada e evitar o contato com ambientes externos onde possam adquirir novas doenças e pulgas, que transmitem diferentes infecções que, em bichanos contaminados pela FIV, podem levar ao óbito.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/fiv-aids-felina/

Profª Jacqueline Melnik

Natação:

Existem vários conceitos sobre qual o melhor esporte ou atividade física para o seu corpo? Na verdade, depende muito do gosto da pessoa, futebol, caminhada, musculação, lutas, vôlei, corrida, natação. Muitos downloaddizem que é a natação, mas ela é a atividade que trabalha os músculos simultaneamente. Pois, nos movimentos executados de forma coordenada, você usa os músculos da cabeça, pescoço, peito, costas, braços,mãos, abdômen, glúteos, pernas e pés ao mesmo tempo, então está trabalhando todos. Ao contrário, no futebol você corre, mas não fica balançando a cabeça, utilizando com mais ênfase no momento do cabeceio.

A natação pode ser praticada por todas as idades, desde meses de idade até a melhor idade.É uma prática que contempla a todos.No Brasil, existem pouco mais de cinco mil atletas cadastrados. Já nos Estados Unidos, são mais de 250 mil. Eles possuem piscinas em todos os lugares como piscinas públicas, clubes, escolas, faculdade, universidades e incentivam essa prática com atividades de lazer e pequenas competições, aonde detectam novos valores, que são direcionados para o treinamento, com incentivo do governo federal, criando novos atletas a cada ano. Bem diferente do nosso país que não incentiva o esporte como deveria.
Os benefícios são inúmeros como aumento da massa muscular, queima de gordura, melhora a resistência aeróbica e anaeróbica, stress, pressão arterial, colesterol, bem-estar, depressão, socialização, bronquite, entre outros.
Prof. Celso Waltrick Menezes

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