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FIV Aids Felina – Conheça os estágios da doença e previna seu pet

Assim como nos humanos, a FIV AIDS Felina não tem cura, e ainda intriga os especialistas em doenças animais

AIDSFELINA4Descoberta no fim da década de 80, a FIV AIDS Felina  é uma doença que contamina os gatos e não tem cura, sendo um dos problemas mais sérios entre os que acometem bichanos, e podendo levá-los a morte. O vírus da sigla FIV – batizado desta forma por seu significado em inglês, de Feline Immunodeficiency Virus (Vírus da Imunodeficiência Felina, na tradução) – não é transmissível aos seres humanos, no entanto, destaca as mesmas complicações enfrentadas pelas pessoas portadoras do vírus HIV.

Ainda sem cura, a FIV AIDS Felina pode ser controlada nos gatos por meio de uma série de medicações, permitindo que os bichanos sigam sua vida por bastante tempo sem complicações. Entretanto, por ser diagnosticada na maioria das vezes apenas quando sintomas mais graves começam a aparecer, a doença pode significar a morte do pet contaminado, já que o tratamento de controle do vírus é muito mais eficiente nos casos em que o problema é constatado logo no seu início.

A saliva é a principal forma de transmissão da doença felina e, até hoje, não há indícios concretos de que as relações sexuais entre gatos também sejam um meio de propagação – mas vale lembrar que antes de cruzar seu gatinho é preciso conhecer quem será o seu parceiro e garantir que não seja portador do vírus, pois machucados em diferentes regiões do corpo podem aparecer em função da cópula dos felinos, e este também é um fator de risco para a transmissão da doença.

Transmissão do vírus FIV

AIDS FELINA5De acordo com o que sabe até hoje sobre a AIDS Felina, o vírus FIV é transmitido por meio da saliva dos gatos contaminados em contato com o sangue de bichanos sadios. É justamente por isso que a incidência da doença em felinos que vivem nas ruas ou em locais onde há uma grande aglomeração de animais é maior, já que, nestes locais, o contato entre os bichanos é maior, e isso facilita a transmissão da doença.

Podendo afetar gatos de todas as raças, portes e idades, o problema tem nos gatos machos o seu maior grupo de risco, já que brigas entre bichanos – com mordidas e arranhões – são o principal meio de propagação da AIDS em gatos e, como é sabido, os machos costumam entrar em diversas batalhas por território e por fêmeas, aumentando bastante as suas chances de contágio.

As relações sexuais entre gatos, em teoria, não causam a propagação do vírus. No entanto, como durante esse processo alguns arranhões são frequentes, essa possibilidade não pode ser descartada. A doença também pode ser transmitida no caso de um animal infectado lamber uma ferida de um gato saudável, já que a saliva é a principal fonte de contaminação.

Transfusões de sangue e o nascimento de filhotes de gatas infectadas também estão entre as formas de transmissão e, acredita-se, ainda, que gatos que dividem tigelas de comida e bebida ou caixas de areia por muito tempo também podem ficar mais expostos à doença, já que esses objetos tendem a acumular restos da saliva dos animais.

Embora haja esta série de motivos que tornem os gatos selvagens e de rua os mais propensos a contrair o problema, os felinos domésticos também podem ser infectados ao se envolverem em brigas, portanto, manter seu pet protegido de confusões com outros gato e é importante para prevenir a doença.

No caso de donos de mais de um pet em que um dos animais foi contaminado, os motivos de preocupação não são tão grandes, já que animais que convivem juntos por muito tempo não costumam brigar. No entanto, os cuidados com a divisão de tigelas e brinquedos devem ser redobrados para impedir a propagação do FIV, e no caso de animais que costumam se arranhar, o bichano infectado deve ser isolado para evitar problemas.

Os sintomas da AIDS Felina

AIDS FELINA7O Vírus da Imunodeficiência Felina pode se apresentar de diferentes maneiras e há diferentes estágios da doença. No entanto, assim como no caso dos seres humanos, há gatos que demoram muitos anos até manifestar qualquer tipo de sinal da AIDS Felina, ficando com o sistema imunológico cada vez mais prejudicado e fragilizado durante esse período e, consequentemente, mais sucetível a outras doenças.

Gatos com problemas aparentemente simples, mas que não respondem a tratamentos eficazes e desenvolvem a mesma complicação com frequência, devem ser examinados, já que esse é um dos sinais da imunodeficiência felina.

Febre, diarréia, gripes, infecções urinárias, anemia, feridas na boca, na pele e complicações no sistema respiratório estão entre os sintomas mais comuns que aparecem em gatos acometidos pelo vírus FIV, no entanto, o aparecimento de tais sinais varia de animal para animal, e há quatro estágios principais da doença, registrados na maioria dos felinos acometidos por ela.

O primeiro estágio, da fase aguda, se inicia cerca de um mês após a infecção do animal pelo FIV, que passa a ter febre e leucopenia (diminuição dos leucócitos no sangue, que só é detectado por meio de exames laboratoriais). Embora nesta fase muitos felinos não tenham sinal algum da doença, os mais debilitados já podem passar a sofrer com problemas que incluem diarréia e celulite, entre outras enfermidades.

Quando o animal sobrevive a este primeiro estágio, inicia-se a fase do portador assintomático, que se caracteriza por um grande período (que dura de meses até anos) em que o gato não apresenta sintoma algum da doença e vive normalmente. Na sequência começa a fase de persistente linfadenopatia generalizada, onde gânglios linfáticos aparecem no animal, que passa a ter alterações no seu comportamento, febre, perda de peso e inapetência. Assim como na fase anterior, esta pode durar por um bom período, levando a doença a um estágio mais avançado.

A próxima etapa do problema, batizada de fase do complexo relacionado à AIDS, é onde começam os sintomas crônicos da doença, provocando diferentes e diversos sintomas nos bichanos de uma só vez. Problemas dermatológicos, respiratórios, infecções oculares e otite podem dar sinais neste estágio, que também inclui febres, diarréias e a perda de peso.

Passando por todas estas fases, o animal atinge a síndrome da imunodeficiência adquirida, que é o estágio terminal da doença. Insuficiência renal, linfomas e a criptococose (que afeta pulmões e sistema nervoso central) são comuns neste período, que enfraquece e fragiliza o gato cada vez mais até chegar a morte.

Diagnóstico e tratamento da FIV AIDS Felina

Exames clínicos e laboratoriais são as maneiras de se diagnosticar a doença nos gatos e, portanto, é imprescindível que um médico veterinário seja consultado caso você suspeite a presença do vírus no seu bichano.

Nos Estados Unidos já há uma vacina que diz previnir os felinos da doença, no entanto, há muita discussão em torno desta medicação, já que o vírus da AIDS Felina conta com sete subtipos diferentes, e este antídoto não consegue imunizar os gatos contra todos eles.

Nos casos de filhotes de gatas infectadas pode haver, em algumas ocasiões, o resultado falso positivo – em função da presença de anticorpos maternos em sua circulação – até os seis meses de vida. O resultado falso negativo também pode ocorrer em situações em que a doença ainda é muito recente ou está em seu estágio final, por isso, é importante que os testes sejam repetidos para evitar enganos, caso seu pet apresente sintomas.

Infelizmente, a cura para a FIV AIDS Felina ainda não existe, e os bichanos acometidos pela doença tem que conviver com o problema para o resto da vida. Entretanto, estima-se que um gato possa viver até dez anos com a doença se contar com a ajuda de medicamentos de controle, que são receitados pelos profissionais da área para aumentar a resistência do animal e impedir a sua infecção por outros vírus oportunistas.

Além de consultas frequentes ao veterinário – a cada seis meses, pelo menos – os gatos infectados pelo Vírus da Imunodeficiência Felina devem ter uma alimentação balanceada e evitar o contato com ambientes externos onde possam adquirir novas doenças e pulgas, que transmitem diferentes infecções que, em bichanos contaminados pela FIV, podem levar ao óbito.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/fiv-aids-felina/

Profª Jacqueline Melnik

Natação:

Existem vários conceitos sobre qual o melhor esporte ou atividade física para o seu corpo? Na verdade, depende muito do gosto da pessoa, futebol, caminhada, musculação, lutas, vôlei, corrida, natação. Muitos downloaddizem que é a natação, mas ela é a atividade que trabalha os músculos simultaneamente. Pois, nos movimentos executados de forma coordenada, você usa os músculos da cabeça, pescoço, peito, costas, braços,mãos, abdômen, glúteos, pernas e pés ao mesmo tempo, então está trabalhando todos. Ao contrário, no futebol você corre, mas não fica balançando a cabeça, utilizando com mais ênfase no momento do cabeceio.

A natação pode ser praticada por todas as idades, desde meses de idade até a melhor idade.É uma prática que contempla a todos.No Brasil, existem pouco mais de cinco mil atletas cadastrados. Já nos Estados Unidos, são mais de 250 mil. Eles possuem piscinas em todos os lugares como piscinas públicas, clubes, escolas, faculdade, universidades e incentivam essa prática com atividades de lazer e pequenas competições, aonde detectam novos valores, que são direcionados para o treinamento, com incentivo do governo federal, criando novos atletas a cada ano. Bem diferente do nosso país que não incentiva o esporte como deveria.
Os benefícios são inúmeros como aumento da massa muscular, queima de gordura, melhora a resistência aeróbica e anaeróbica, stress, pressão arterial, colesterol, bem-estar, depressão, socialização, bronquite, entre outros.
Prof. Celso Waltrick Menezes

Atividade física em baixas temperaturas

InvernoA atividade física em baixas temperaturas, podem ser realizadas normalmente, porém, sempre utilizando roupas que protejam o corpo.
Em primeiro lugar, realizar um pré-aquecimento dos músculos e articulações por um período maior do que em altas temperaturas. Um alongamento também, com um tempo maior que o normal é fundamental.
As roupas utilizadas devem ser moletons que facilitem os movimentos, calças térmicas, leggs para as mulheres, toucas, luvas. Em hipótese alguma, jaquetas pesadas, ou blusas de lã, pois logo após a atividade física iniciar, vai causar incômodo.
Calções ou camisetas não seriam muito recomendados nessa época de frio intenso, exceto em lugares fechados.
Não esquecer da hidratação do corpo, com água ou isotônicos para recuperar os sais minerais.

Prof. Celso W. Menezes
Professor de Educação Física

CINOMOSE – SINTOMAS, TRATAMENTO E PREVENÇÃO

cinomose6A cinomose se trata de uma doença que acomete cães mais jovens em seu primeiro ano de vida, pode também infectar animais mais velhos que por alguma razão não tenham sido imunizados anteriormente com vacinas próprias, ou que por alguma doença seu sistema imunológico se encontra debilitado.

A cinomose pode atingir vários órgãos, é sistêmica, podendo atuar em todo o organismo, é altamente contagiosa. É uma doença causada por um vírus que sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio. Porém é um vírus muito sensível ao calor, luz solar e desinfetantes comuns, dura em média três meses no ambiente após a retirada do portador.

A cinomose se dá através de animais que se contaminam por contato direto com outros animais já infectados, ou pelas vias respiratórias, pelo ar contaminado ou por fômites, que são objetos que já tiveram contato com o portador da cinomose.

A transmissão direta é por secreção do nariz e boca de animais infectados que é a principal fonte de infecção.

Quais são os sintomas da cinomose?

Pode haver perda de apetite, corrimento cinomose1ocular e nasal, diarréia, vômito e sintomas nervosos (tiques nervosos, convulsões e paralisias), dificuldade

de respirar e febre. E de acordo com o estado imunológico do animal como um todo, ele pode vir a óbito.

Basicamente, a doença se apresenta em fases, podendo pular uma delas eventualmente. Inicia-se pela fase respiratória (pneumonia e secreção nasal purulenta, o conhecido pus), e ocular (secreção ocular purulenta, ou remela, em grande quantidade).

Qual o tratamento?

Não existe. O que se pode fazer é usar medicamentos para o controle dos sintomas. É importante que o animal seja mantido em um ambiente limpo, com temperatura agradável e alimentação correta de acordo com as indicações do veterinário.

Como prevenir a cinomose?

A melhor forma de prevenir é a vacinação, que pode ser feita em uma clínica veterinária. Os cães podem ser vacinados com seis meses de idade, filhotes devem receber três doses desta vacina na primeira fase da vida. Posteriormente os cães devem receber uma dose da vacina anualmente. Saiba mais sobre a vacinação de cães.

A contaminação de cães pela cinomose

Conforme citado anteriormente, a cinomose é uma doença transmitida por um vírus altamente contagioso de tipo RNA – ou seja, que conta com material genético denominado RNA, que pertence a família paramixovirirdae gênero morbilivírus. Poderoso, este vírus pode sobreviver em um ambiente por algum tempo se as condições climáticas forem ideais para isso e o local for frio e seco – sendo que, mesmo em ambientes quentes e úmidos (pouco propícios para a sua sobrevivência), ele pode chegar a viver por cerca de um mês.

Também chamado de vírus CDV – Canine Distemper Virus, o responsável pela cinomose é bastante agressivo e oportunista, e atinge, principalmente, cães que por alguma razão tenham seu sistema imunológico enfraquecido; como filhotes, cachorros idosos ou que já estejam enfraquecidos em função de alguma outra doença ou problema como o estresse.

Embora possa afetar animais de qualquer idade, no caso dos filhotes a prevalência da doença pode ser maior – principalmente nos que tem idade entre 3 e 6 meses de vida; já que esse período coincide com a perda dos anticorpos maternos presentes no corpo do animal. Destacando uma taxa de mortalidade de até 85% dos cachorros acometidos (nem todos morrem por causa da doença, mas ficam com sintomas neurológicos que acabam levando o animal à eutanásia), a doença terá sua gravidade relacionada, principalmente, à região do corpo do animal que será atacada; com sintomas que se iniciam em sistema respiratório e nos olhos, evoluindo para sistema gastrointestinal e finalmente a pior parte, quando acomete o sistema nervoso.

Não havendo raças, épocas do ano ou gêneros específicos mais propensos para a contaminação, o vírus da cinomose costuma atingir os animais de maneira bastante intensa e, como a evolução da doença é rápida, em alguns casos pode ser fatal para os cães acometidos. Embora haja países em que a doença já é praticamente erradicada, o Brasil não se encaixa nesse perfil – já que apenas uma pequena parcela dos pets caninos do País são vacinados; o que aumenta muito as chances de contaminação.

Felizmente, a cinomose não é considerada uma zoonose e, portanto, não tem a capacidade de atingir seres humanos, que podem interagir com animais doentes sem maiores preocupações. No entanto, a situação muda de figura quando esta interação é entre animais; já que um cão doente pode transmitir a doença para um animal sadio de maneira quase imediata, por meio do contato direto entre eles.

As secreções liberadas pelo animal doente – seja pelas narinas ou pela boca –, além das fezes do cachorro contaminado, são agentes potentes para a transmissão da doença. Até mesmo fômites pode ser responsáveis pela propagação do problema, e alguém que entrou em contato com um cão doente pode levar a doença consigo (em suas roupas ou sapatos, por exemplo) até encontrar outros animais e facilitar a contaminação destes.

A evolução da cinomose nos cachorros

A cinomose é uma doença de evolução bastante rápida nos cães e, cerca de 7 dias após a contaminação, os primeiros sintomas já podem começar a ser notados nos cachorros acometidos. Em muitos casos, a doença se manifesta nos animais de maneira tão agressiva, que as chances de melhora ou cura são praticamente descartadas – já que, quando o diagnóstico é feito, as alterações neurológicas já estão tão avançadas que o tratamento se torna inútil.

No entanto, o nível de agressividade da cinomose em um cão vai depender tanto das regiões afetadas pela doença como do estado em que se encontra o sistema imunológico do cachorro em questão. Animais com a imunidade em níveis adequados, por exemplo, podem chegar a eliminar o vírus sem promover a sua disseminação ou ter sintomas severos da doença – sendo os cães com baixa imunidade os mais prejudicados pelo problema (e os que correm mais riscos de morrer em função da doença).

As áreas ligadas às funções respiratória e digestiva são, na maioria das vezes, as primeiras afetadas pela doença – que, em estágios avançados, chega a alterar o sistema nervoso do animal e provocar quadros irreversíveis, além de sequelas importantes nos casos (raros) em que o animal consegue ser tratado e se recuperar.

Um dos grandes problemas da doença – e que influi muito na piora do quadro do animal infectado – é a variedade de sintomas que ela provoca, dificultando um diagnóstico preciso. Boa parte dos animais que acabam chegando ao óbito, mesmo sendo tratados a partir do surgimento dos primeiros sinais da doença, sofrem por receberem o tratamento errado; que, na maioria das vezes, se concentra em eliminar os sintomas de maneira isolada (já que a origem do problema, até então, é desconhecida).

Ao cuidar de sinais pontuais e sem saber da presença da cinomose, é possível promover uma melhora significativa no animal; no entanto, essa aparente recuperação dura pouco tempo, e os sintomas e consequências da doença ressurgem no animal de maneira ainda mais agressiva.

Independentemente do tipo de tratamento, infelizmente, a cinomose é uma doença que gera uma sobrevida relativamente curta nos animais que conseguem se recuperar e; conforme descrito anteriormente, os cães infectados precisam de medicamentos específicos para ter o máximo de qualidade de vida possível enquanto o mal se espalha.

Como identificar a cinomose no seu pet

Conforme descrito acima, ter o diagnóstico correto é fundamental para que um cão tenha chances de se recuperar da cinomose e poder viver além da doença. Portanto, é essencial que os donos de pets estejam sempre atentos aos principais sinais que ocorrem com o surgimento do problema. Confira, a seguir, uma lista de sintomas comuns aos cachorros infectados pela doença – expostos de maneira crescente, de acordo com a evolução da doença no corpo do animal:

.Tosse

.Espirros

.Febre

.Perda de apetite

.Apatia (o cão não tem vontade de fazer nada)

.Vômitos

.Diarreia

.Secreções nasais

.Secreções oculares (conjuntivite)

.Falta de coordenação motora (o cão parece estar “bêbado”, “descadeira”)

.Tiques nervosos

.Mioclonias (contrações musculares involuntárias)

.Convulsões

.Paralisia

Vale a pena lembrar que, tanto a evolução de sintomas neurológicos como o surgimento de qualquer tipo de sinal da cinomose varia muito de um caso para o outro e, portanto, não há como prever que tipo de consequências o problema pode causar e nem se a doença irá desencadear sinais perceptíveis até chegar a um nível bastante avançado.

Um dos sinais neurológicos mais característicos da cinomose é a mioclonia – que promove a contração involuntária dos músculos do animal – considerada um sintoma específico da doença e que também pode ocorrer em função de outros problemas causados pelo paramixovírus.

Quando a cinomose chega a afetar o sistema neurológico dos cachorros o quadro já pode ser considerado bem grave, e consequências como meningite, paraplegia e tetraplegia podem ocorrer, assim como um quadro de coma (que, na maioria dos casos, evolui para a morte do animal em pouco tempo). Além destes, sintomas mais variados também podem ocorrer em casos específicos, incluindo abortos e partos prematuros em cadelas, lesões ósseas, alterações no esmalte dentário do cão e infecções diversas.

Conclusão

Devido à agressividade da doença e a facilidade de prevenção não fica nenhuma dúvida em relação ao que deve ser feito: sempre mantenha a vacinação do seu animal em dia e faça visitas frequentes ao médico veterinário.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/cinomose/

Profª Jacqueline Melnik

Câncer em Cães e Gatos: Tipos – Causas – Sintomas – Diagnóstico – Tratamento e Cura

CANCER1O câncer é um dos principais responsáveis pelo óbito de cães e gatos. Devido à exposição a agentes cancerígenos, este tumor  terrível tem se manifestado cada vez mais entre eles.

A oncologia veterinária tem evoluído muito para conseguir realizar o diagnóstico precoce e ainda conseguir aplicar o tratamento o mais cedo possível do câncer e tumor. Além disso, a quantidade de terapias têm aumentado, diminuindo o óbito e o sofrimento de nossos companheiros animais.

Câncer em cães e gatos: Causas

Devido à melhora na qualidade de vida, os cães e gatos têm ganhando maior longevidade. Porém, seu tempo de vida maior e sua maior exposição a agentes cancerígenos vêm propiciando um aumento no surgimento no câncer.

Ainda assim, o maior responsável pelo surgimento do câncer em cães e gatos, assim como em humanos, são os genes. Devido a mutações genéticas que podem ocorrer durante a vida do animal, o câncer e ou tumor pode se desenvolver. Então, é quase impossível prever se o seu animal irá ou não desenvolver essa doença.

Câncer em cães e gatos: Tipos

Os Tipos mais comuns de Câncer e tumor  são: Câncer de mama em fêmeas, cães com câncer de pele, cães com Câncer no pulmão e cães com câncer de próstata.

Por conta de sua imprevisibilidade, é difícil adotar medidas que previnam o surgimento desta doença. A castração em fêmeas é uma medida bem conhecida para prevenir o câncer de mama. Há também quem defenda que uma alimentação mais natural e balanceada para cães e gatos possa ajudar. No entanto, nenhum método vai garantir o não surgimento do câncer.

Isso não significa que os oncologistas veterinários vão desistir de prevenir esta doença. Há inúmeros pesquisadores, veterinários e apoiadores da causa animal que estão realizando diversos esforços nesse sentido. Entidades como a Associação Brasileira de Oncologia Veterinária realizam diversas palestras e pesquisas sobre o assunto e estão cada vez mais próximas de respostas para o surgimento do câncer.

Câncer em cães e gatos: Sintomas

O câncer pode se manifestar de diversas maneiras, por isso, cada alteração observada em seu animal deve ser relatada imediatamente ao veterinário. No entanto, alguns sintomas já podem aumentar a suspeita do câncer  em, em especial nas fêmeas:

*Aumento do abdome;

*Perda de peso;

*Respiração difícil;

*Dificuldade em engolir alimentos;

*Dificuldade em defecar;

*Sangramentos espontâneos;

*Mancar repentinamente;

*Surgimento e crescimento de nódulos.

Câncer em cães e gatos: câncer de mama em fêmeas

O sintomas de  câncer de mama em fêmeas merece um tópico especial. Ele é um dos tipos de tumor com maior incidência em nossas amiguinhas, mas é importante ressaltar que ele atinge os machos também. A maior parte dos tumores de mama que se manifestam são benignos. Independente do tipo de tumor, assim que aparecerem os sintomas, deve-se procurar o veterinário para que ele possa fazer um diagnóstico correto e indicar o tratamento para o câncer de mama . Já há bastante esforço em prol da prevenção e cura do câncer de mama em fêmeas.

Não há medida que previna o surgimento do tumor de mama , porém, há algumas ações que podem minimizar o risco. Confira:

A castração da fêmea antes do primeiro cio é uma das medidas mais eficazes na prevenção desta doença. Ela reduz em até 99% do risco de aparecimento de tumor nas mamas;

Injeções contraceptivas, ou vacina anti-cio, são uma das principais causas do surgimento de tumores. Portanto, não se deve utilizar este método contraceptivo. O ideal é sempre castrar;

O acasalamento e a procriação não diminui o risco, ao contrário do que diz a sabedoria popular.

Preste atenção aos seguintes sintomas nas fêmeas. Se seu animalzinho apresentá-los, procure imediatamente o veterinário. O câncer é uma doença terrível e quanto antes for tratada, maiores são as chances de sobrevivência do animal. Confira:

*Caroços na mama e região próxima. Este é o principal sintoma da enfermidade;

*Dor na mama e região próxima a ela;

*Inchaço e dilatação das mamas;

*Secreções nas mamas com cheiro ruim.

*Câncer em cães e gatos: Diagnóstico

Diante dos sintomas e suspeita de câncer em cães e gatos , o veterinário deverá pedir uma série de exames para diagnosticar a doença e iniciar o tratamento o quanto antes. O diagnóstico precoce do câncer em cães e gatos, assim como em seres humanos, salva vidas. Os exames que ele deverá solicitar são:

*Hemograma;

*Exames bioquímicos de sangue;

*Análise de urina;

*Radiografia;

*Ultrassonografia;

*Biópsia.

O diagnóstico do câncer deverá ser dado pelo médico veterinário especialista em oncologia. Somente ele poderá dar o diagnóstico correto, se há metástase, tumores, se é maligno ou benigno. Baseado em suas conclusões, somente ele poderá indicar o tratamento correto.

Câncer em cães e gatos: tratamento cirúrgico

Este é o principal tratamento indicado para o câncer. Entre 70 a 80% dos tumores em cães e gatos recebem este tipo de tratamento. Geralmente, a cirurgia extirpa completamente o tumor. Porém, pode ser necessário o uso de tratamento complementar, como a quimioterapia.

Câncer em cães e gatos: tratamento quimioterápico

A quimioterapia em cães e gatos pode ser tratamento principal ou complementar para o tratamento do câncer depois de realizada a cirurgia. A tolerância dos animais para esse tipo de tratamento é bem maior do que a de seres humanos, sendo que eles sofrem bem menos com os efeitos colaterais. Cachorros perdem bem pouco pêlo e gatos podem perder bigodes, mas eles crescerão novamente. Além disso, eles podem apresentar náuseas e vômitos, queda na imunidade e diarréia.

Câncer em cães e gatos: tratamento radioterápico

Este tratamento é novidade na medicina veterinária e bem poucas clínicas o oferecem. Mesmo assim, a radioterapia têm se mostrado muito eficiente para o tratamento do câncer de cães e gatos.

Câncer em cães e gatos: tratamento eletroquimioterápico

Assim como a radioterapia, a eletroquimioterapia é uma novidade para o tratamento do câncer. Ainda são poucos os países que adotam esta modalidade de tratamento que têm apresentado ótimos resultados. Ela potencializa a ação do quimioterápico aplicando campos elétricos em locais atingidos pelo câncer. Este novo tratamento é uma grande esperança para milhares de cães, gatos e humanos acometidos desta doença terrível.

Profª Jacqueline Melnik

CANCER2

Grande final do Festival Sertanejo acontece no dia 18 de junho

festival site

O 1º Festival Sertanejo promovido pelo programa A voz da comunidade já tem os finalistas.

Ao todo foram seis etapas, onde os jurados escolheram dois vencedores de cada etapa e ainda, os 4 melhores terceiro colocados entre todas as etapas para participar da grande final.

Ao todo a final contará com 16 participantes, são eles:

  • Júnior e Marcelo
  • Morena e Moreninha
  • Crioulo e Mulatinho
  • Rodrigo e Henrique
  • Ataíde e Lourival
  • Bruno Mazetto
  • Jean Cesar
  • Barbosa e Barbosinha
  • Marlon Granato
  • Aline Pereira
  • Adilson e Pinheiro
  • Diony Oliveira
  • Rulian e Valdir
  • Fábio Cezar e Ezequiel
  • Keity Daiane de Oliveira
  • Wilson do violão

A grande final será realizada no dia 18 de Junho a partir das 09:00 horas, no estacionamento do estúdio, Rua Jacarandá nº 131, bairro Eucaliptos em Fazenda Rio Grande.

Juntamente com a final, o programa A Voz da Comunidade estará comemorando 18 anos no ar, com uma grande festa e sorteio de vários brindes.

Não fique de fora, participe!

Doença de Alzheimer

É uma doença degenerativa que ocorre no cérebro, gradativamente downloadao longo dos anos. Nem sempre é causa genética, ela pode ocorrer por diversos fatores. Os países em desenvolvimento, como o Brasil, tem milhões de portadores ou que irão ter daqui há alguns anos. A falta de investimento em políticas públicas como saúde e educação são causas na péssima qualidade de vida que temos, aonde os investimentos são superfaturados ou destinados a outros fins, e a sociedade acaba sendo prejudicada. Já países desenvolvidos como Suécia, Noruega, Dinamarca, Japão possuem poucos casos de Alzheimer pela qualidade de vida da sociedade.
As maneiras preventivas que reduzem as possibilidades são atividade física regularmente, três vezes por semana em até 50% dos casos, atividades aritméticas, leitura diária, a atenção nas atividades diárias, também auxiliam no combate a doença, o controle na alimentação como a ingestação de carboidratos como bolacha, arroz e batata afetam os neurônios, quando consumidos em excesso. O controle da hipertensão e obesidade auxiliam também no combate ao Alhzeimer. A escolha de uma profissão e o prazer de exercê-la, são fundamentais para que a doença seja evitada. Por isso, a qualidade de vida é essencial no combate a doença, o convívio com a família, praticas de atividades físicas, leituras, bons hábitos alimentares são medidas preventivas contra essa doença.

Prof. Celso W. Menezes

A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO E VERMIFUGAÇÃO EM CÃES E GATOS.

A vacinação em cães é algo que todos os donos de pets devem ter em mente quando adicionam um novo amigo canino a família. Prevenindo os e gatos de doenças que vão das mais simples e corriqueiras até as mais graves e fatais, as vacinas disponibilizadas para cães e gatos nos dias de hoje podem ser a solução perfeita para que seu pet tenha uma vida longa e saudável.

VACINA1

Ao adotar um animal, é essencial que o seu responsável procure se informar bem em relação às datas e os tipos de vacina mais importantes para ele, e uma visita a um profissional veterinário se faz necessária neste momento, já que ele é capaz de esclarecer todo tipo de dúvida em relação à vacinação em cães e gatos e, ainda, indicar os locais mais adequados para que esta importante medicação seja administrada.

Boa parte das principais vacinas animais – assim como no caso dos seres humanos – devem ser dadas aos animais ainda filhotes, sendo que algumas delas necessitam de reforços em períodos determinados de tempo. Por isso, consultar um médico veterinário logo após a adoção de um filhote é tão importante, pois, a partir de cerca de 45 dias de vidad os cachorros e de 60 dias de vida dos gatos, eles já podem ser devidamente imunizados para evitar problemas de alta gravidade ao longo da vida.

Confira algumas das mais importantes vacinas a serem tomadas pelo seu pet, e saiba que tipo de precaução é necessária para que ele fique imune a uma série de doenças e zoonoses.

Vacinação em filhotes

Além de prevenir seu pet de doenças ao longo da vida, a vacinação é importante, principalmente, para os filhotes– que contam com um sistema imunológico ainda frágil nessa fase da vida e, com isso, ficam ainda mais propensos a serem infectados por diferentes vírus e bactérias. Recomenda-se, inclusive, que filhotes ainda não vacinados evitem o contato com animais que, mesmo vacinados, saiam à rua. Mesmo em clínicas veterinárias, é preciso que os pets permaneçam no colo dos donos, evitando a possibilidade de algum contágio.

VACINA6

Na grande maioria dos casos, a vacinação em cães segue um calendário bastante específico, sendo que as vacinas chamadas de V8 e V10 são as mais indicadas e importantes para os filhotes, conhecidas, também, como vacina polivalente, combinada ou múltipla. A diferença de numeração das vacinas fica por conta da quantidade de antígenos que elas têm, sendo que, enquanto a V8 protege contra a Leptospira Canicola e a Leptospira Icterohahemorrhagiae, a V10 inclui, além destes, os antígenos para Leptospira Grippotyphosa e Leptospira Pomona.

As vacinas polivalentes (V8 ou V10) são administradas em quatro doses, garantem a proteção dos cãezinhos contra sete doenças específicas, sendo que as vacinas contra raiva, giardia, administradas em uma dose e tosse dos cães, administradas em duas doses, também são extremamente importantes para manter a saúde dos cachorros

Reações da vacina em filhotes

Alguns filhotes podem apresentar um comportamento estranho após a administração das vacinas, no entanto, na maioria das vezes isso não é motivo para preocupações. Pelo fato de a vacina conter, justamente, uma amostra dos antígenos aos quais imunizará, é comum que os cães fiquem um tanto apáticos e com aparência cansada nas primeiras 24 horas após a aplicação do medicamento. Isto se dá devido à dor da aplicação e a febre esperada pela reação do animal à vacina aplicada.

O indicado nesses casos é simplesmente manter o animal em repouso, já que seu corpo está trabalhando para assimilar a vacina em seu sistema imunológico. Caso o cão filhote siga com o comportamento alterado após esse período inicial, é recomendado que um profissional veterinário seja procurado, para que possa examinar o pet e dar mais orientações sobre como ele deve ser cuidado.

Vacinação em animais adultos

Assim como no caso dos filhotes, as vacinas devem ser administradas aos animais adultos – tenham eles um histórico prévio de vacinação ou não. No caso do que nunca foram imunizados, diferente dos filhotes que ainda não tem o sistema imune formado, só é necessária uma dose de cada vacina para início da imunização, e renovadas anualmente. Para os que já contam com vacinas no histórico, a simples manutenção anual já é o suficiente para manter o pet protegido.

Embora não haja nenhum caso de má formação dos filhotes em função de vacinas, as fêmeas gestantes não devem receber esse tipo de medicação enquanto não tiverem seus filhos, pois a eficácia dos antígenos pode ser prejudicada. O ideal é que a fêmea seja vacinada (conforme indicado anteriormente) ainda filhote ou somente após o nascimento dos filhotes.

Que precauções tomar na hora da vacinação dos pets?

Vale lembrar que, para que as vacinas tenham total eficácia, o pet deve estar em bom estado de saúde quando for receber a medicação. Sinais como febre, diarreia ou algum tipo de secreção nasal ou ocular podem ser indicadores de que a aplicação deve ser adiada por algum tempo; tendo em vista que, em animais com algum tipo de problema de saúde, podem acontecer falhas da vacina em função do organismo debilitado do animal, que é medicado, mas não fica protegido contra as doenças.

Além disso, alguns cuidados também devem ser tomados para que o processo de vacinação no pet seja mais tranquilo, tanto para o animal como para quem for administrar as vacinas nele. No caso dos cães grandes, é indicado que estejam presos pela coleira e acompanhados por pessoas de tamanho suficiente para controlá-los na hora da aplicação – quando tendem a ficar bastante agitados – e não é aconselhável que crianças sejam as escolhidas para ficar junto ao pet na hora do processo.

Os cachorros mais nervosos devem sempre estar com a focinheira na hora da administração da vacina, já que podem reagir de maneira agressiva e machucar tanto quem aplica a medicação como seu próprio dono.

Também é primordial que as datas e períodos entre as vacinas sejam respeitados de acordo com a indicação do veterinário, já que sua eficácia pode ser comprometida no caso da administração errada.

Onde vacinar seu pet?

A nossa indicação para a vacinação é sempre com um médico veterinário. O exame clínico, a decisão de quais vacinas a serem tomadas e o acesso à vacinas de qualidade superior são essenciais para a boa manutenção da saúde do animal e tais cuidados somente serão possíveis com a ajuda destes profissionais. Além de que, a validação da vacinação somente será aceita com o carimbo e a assinatura de um Médico Veterinário.

A vacinação é de suma importância para o desenvolvimento de células de defesa do organismo contra agentes patogênicos; é uma prevenção e não um tratamento.

Protocolo de vacinação para cães

A recomendação é que o protocolo de vacinação para filhotes de cães sadios tenha início em 6 a 8 semanas de idade, como auxiliar na prevenção contra Cinomose, Hepatite Infecciosa Canina, Adenovírus Canino Tipo 2, Coronavírus Canino, Parainfluenza Canina, Parvovírus Canino e Leptospirose Canina, sorotipos presentes na maioria das vacinas conhecidas no mercado como “V8” ou “V10”.

Como a presença de anticorpos maternos interfere no desenvolvimento da imunidade ativa os filhotes de cães devem ser revacinados a cada 3 ou 4 semanas até pelo menos 12 semanas de idade. Cães com idade acima de 12 semanas devem receber uma dose de V8 ou V10 e uma segunda dose 3 ou 4 semanas depois.

A resposta adequada à vacinação é diretamente ligada à competência imunológica de cada animal. Por isso, antes de iniciar a vacinação em filhotes o animal deve ser avaliado pelo clínico.

A partir da primeira dose o animal deve retornar à clínica mensalmente, pelos próximos 2 a 3 meses, para o reforço da vacina V8 ou V10 (total de 3 doses), assim como para a vacina contra a gripe canina (Adenovírus Canino Tipo 2, Parainfluenza Canina e Bordetella Bronchiseptica), vacina contra Giardíase (duas doses) e, no último mês, depois de 4 meses de idade, para a vacina em dose única contra a raiva.

A partir de então, o animal é vacinado anualmente com uma dose de cada vacina (V8 ou V10, Bordetella, Giárdia e Antirrábica).

Cães que vivem em área endêmica para leptospirose ou têm contato com roedores devem receber reforço anual contra leptospirose intercalada depois de seis meses da vacinação anual.

 Protocolo de vacinação para gatos

A nossa recomendação é que o protocolo de vacinação para filhotes de gatos sadios tenha início em 6 a 8 semanas de idade, como auxiliar na prevenção das doenças causadas por vírus da Rinotraqueíte, Calicivirose, Panleucopenia felinas e por Chlamydia Psittaci, presente na vacina conhecida como Quádrupla Felina.

Como a presença de anticorpos maternos interfere no desenvolvimento da imunidade ativa, os filhotes de gatos devem ser revacinados a cada 3 ou 4 semanas até pelo menos 12 semanas de idade. Gatos com idade acima de 12 semanas devem receber uma dose de vacina e uma segunda dose 3 ou 4 semanas depois.

A resposta adequada à vacinação é diretamente ligada à competência imunológica de cada animal. Por isso, antes de iniciar a vacinação em filhotes o animal deve ser avaliado pelo Clínico.

Para gatos de origem desconhecida ou animais de rua recomendamos, antes do início da vacinação, um exame de sorologia para as doenças FIV/Felv Felina (Vírus da Aids Felina e Leucemia Felina), devido à alta prevalência e gravidade dessas doenças para os felinos.

A partir da primeira dose de vacina o animal deve retornar à clínica mensalmente, pelos próximos 2 a 3 meses, para o reforço da Vacina Quádrupla Felina e, no último mês (depois de 4 meses de idade), para a vacina em dose única contra a raiva.

A partir de então, o animal é vacinado anualmente, com uma dose única de Vacina Quádrupla e uma dose de Vacina Antirrábica.

 Vermifugação

A grande maioria dos parasitas que acometem os animais são zoonóticos, ou seja, causam enfermidades aos seres humanos. Os sintomas e lesões são de acordo com a espécie do parasita e a quantidade deste no organismo. Siga abaixo o esquema de vermifugação.

Esquema de Vermifugação 

Filhotes de mães não vermifugadas:

1ª dose de vermífugo de amplo espectro aos 21 dias de idade;

2 ª dose aos 36 dias;

3ª dose aos 57 dias.

Em seguida, repete 1 ou 2 vezes antes do término das vacinas, que é com 150 dias.

Filhotes de mães vermifugadas:

1ª dose de vermífugo de amplo espectro com 30 à 35 dias de vida e após 15 dias repete-se.

Repete 1 ou 2 vezes durante a vacinação.

Cães e gatos adultos:

Vermifugaçãod e 2 à 3 vezes ao ano.

Importante: ao sair para passear com o seu animal recolha as fezes que ele produzir nas vias públicas, isso é dever de todo proprietário responsável.

As praias não são um local adequado para levar o seu cão, as areias podem estar contaminadas com as fezes de animais sem controle parasitário.

Lembre-se: procure um médico veterinário para orientações; ele é o profissional capacitado para cuidar do seu animal.

UM GRANDE ABRAÇO E FIQUE COM DEUS.

Profª Jacqueline Melnik

Dia do desafio

 

O Dia do Desafio é uma campanha mundial de incentivo a população a praticar atividade física durante 15 minutos consecutivos.IMG_20160525_082151855 O evento foi idealizado em 1984 pela ParticipAction, entidade esportiva canadense, e difundido mundialmente pela Trim & Fitness International Sport for All Association (TAFISA), de origem alemã. O Brasil participa da ação desde 1995. Ocorre sempre na última quarta-feira do mês de maio, da 0h às 21h, e conta com a participação de milhares de cidades do mundo inteiro. Podem participar pessoas de todas as idades, individualmente ou em grupos. O Colégio Estadual Abílio Lourenço dos Santos participou do Dia do Desafio, cerca de 200 estudantes praticaram atividades físicas por pelo menos 15 minutos.

Encontro regional Viva a Maturidade

Aconteceu nesta quarta-feira (25) mais um encontro regional e cultural da melhor idade, o evento “Viva a Maturidade” promovido por Tony Mathias em Fazenda Rio Grande.IMG_20160525_132916746_HDR A festa que acontece uma vez ao mês, oferece ao público almoço, apresentações culturais, baile e sorteio de brindes. Caravanas de toda a região metropolitana participam do evento. Os próximos encontros ocorrerão em Contenda 24 de junho, Piên 29 de julho, Porto Amazonas 31 de agosto, Campo Largo 29 de setembro e Campo Tenente 20 de outubro.

 

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